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    VALDECEBRO, Andrés Ferrer de. - GOVIERNO GENERAL MORAL Y POLÍTICO HALLADO EN LAS FIERAS Y ANIMALES SILVESTRES. Sacado de sus naturales virtudes y propiedades.

    VALDECEBRO, Andrés Ferrer de. - GOVIERNO GENERAL MORAL Y POLÍTICO HALLADO EN LAS FIERAS Y ANIMALES SILVESTRES. Sacado de sus naturales virtudes y propiedades. Con particular tabla para sermones varios de tiempo y de Santos. Se consagra a la Emperatriz de cielo y tiera, la Virgen de la Buena Suerte. Barcelona. Imp. en casa de Cormellas, por Tomás Loriente. 1696. In-8º de [16], 398, [48] págs. Enc.

    Bela e rara edição em dezoito capítulos, cada um começando com uma imagem do animal, seguida de uma descrição de seu habitat e características. Os animais reais são: o leão, o elefante, o rinoceronte, a onça-pintada, o leopardo, a hiena, o lobo, o urso, o javali, o veado, o touro, o camelo, o cavalo e o cão; os animais mitológicos são: o unicórnio e o cinocéfalo. Ao final, inclui um glossário temático e uma tabela para diversos sermões. No final do capítulo é ilustrado com uma pequena gravura. Restauro marginal na pág. 280 com perca de texto e corte de traça marginal da pág. 195 até a 220. Frontispício com assinatura riscada e outra de Fr. Joaquim de Santa Rita (foi bispo eleito de Malaca, em 1820, bispo de Cochim, administrador apostólico da Arquidiocese de Goa e foi membro do 18.º Conselho de Governo da Índia Portuguesa). Encadernação da época em pergaminho

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    TORRES, Santos de. - PROMPTUARIO PHARMACO, E CIRURGICO, em que se acharam limitados os pezos, quantidades, formas, e disposições de muitos, e singulares remedios simples, e compostos, contra as muitas, e graves enfermidades, que affligem o corpo humano...

    TORRES, Santos de. - PROMPTUARIO PHARMACO, E CIRURGICO, em que se acharam limitados os pezos, quantidades, formas, e disposições de muitos, e singulares remedios simples, e compostos, contra as muitas, e graves enfermidades, que affligem o corpo humano... com huma methodica direcção para se curar radicalmente a cerviçosa pertinacia dos affectos venereos. Lisboa. Na Offic. de Manoel Soares. 1756. In-8º de [34], 160 págs. Enc.

    Raro. Segunda edição. A primeira foi Lisboa, 1741. Santos de Torres oferece instruções para a preparação de uma gama de medicamentos para tratar febres, doenças venéreas e feridas na cabeça, peito e estômago. Invulgarmente (e de forma bastante pessimista), dedica 4 páginas a instruções sobre embalsamamento. O autor, foi professor de cirurgia no Hospital de Todos os Santos, em Lisboa, e cirurgião da casa do Infante D. António. Com belos cabeçalhos e iniciais em xilogravura. Encadernação da época em carneira.

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    TORGA, Miguel. - NOVOS CONTOS DA MONTANHA. (assinado).

    TORGA, Miguel. - NOVOS CONTOS DA MONTANHA. (assinado). Coimbra. 1952. In-8º de 237 págs. Enc. 

    3ª edição, aumentada, emendada e com um prefácio. Valorizado com dedicatória do autor ao João Mário (Branco). Bem conservado. Encadernação meia de pele. Conserva as capas e lombada.

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    RÉGIO, José. - O JOGO DA CABRA CEGA. Romance. (assinado).

    RÉGIO, José. - O JOGO DA CABRA CEGA. Romance. (assinado). Coimbra. Edições "Presença". Livraria Atlântida. 1934. In-8º de [8], 367, [3] págs. Enc.

    Primeira edição e das primeiras obras do autor. Valorizado com dedicatória autografa do autor ao escritor Campos de Figueiredo. Proibida na época pela censura. Bela encadernação artística inteira de pele com ferros a ouro na lombada, pastas e seixas. Assinada pelo Mestre Victor Santos. Capas de brochura e lombada preservadas. Com estojo

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    RÉGIO E ALBERTO DE SERPA, José. - POESIA DE AMOR. Antologia Portuguesa. Selecção e prefácio de... Ilustrações de Paulo. (assinado e com poemas originais dos autores).

    RÉGIO E ALBERTO DE SERPA, José. - POESIA DE AMOR. Antologia Portuguesa. Selecção e prefácio de... Ilustrações de Paulo. (assinados). Porto. Livraria Tavares Martins. 1945. In-8º de 301, [1] págs. Enc.

    Primeira edição. Valorizado com dedicatórias autografas ao Bento de Melo e dois poemas originais manuscritos de José Régio e Alberto Serpa. Fernando Ribeiro Bento de Melo, foi um dos mais controversos e inovadores editores portugueses do século XX, celebrizado como o fundador das Edições Afrodite. Envolvido num célebre processo judicial na década de 1960 em Portugal relacionado com a publicação da "Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica" organizada por Natália Correia, desafiando fortemente os limites morais e políticos impostos pela ditadura do Estado Novo. Encadernação artística inteira de pele, com um desenho gravado na pasta da frente da virgem e o menino e na de trás um retrato de Régio.

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    PORTUGAL 1940.

    PORTUGAL 1940. Lisboa. 1940. In-4 de [106] págs. Enc.

    Direção de J. Leitão de Barros. Edição da Comissão Executiva dos Centenários S.P.N. Ilustrado com fotografias dos melhores fotógrafos da época, dos quias destacamos: Alvão, A. Silva, A. Ferreira da Cunha, A. Sampaio, Correia Mendes, H. Novais, J. Benoliel J. Carrasco, J. Lobo, M. Novais, Nunes de Almeida, R. Vaissier, S. Nogueira, etc. Encadernação meia de pele, com capas.

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    PINTO, Fernão Mendes. - A ILHA MARAVILHOSA DE CALEMPLUI. Da "Peregrinação" de Fernão Mendes Pinto. Litografias originais e aguarelas de Mily Possoz.

    PINTO, Fernão Mendes. - A ILHA MARAVILHOSA DE CALEMPLUI. Da "Peregrinação" de Fernão Mendes Pinto. Litografias originais e aguarelas de Mily Possoz. Lisboa. Editorial Ática. 1944. In-4º de 132, [8] págs Enc.

    Bela e rara edição. Introdução de Luis de Montalvor. Tiragem de apenas 256 exemplares numerados, este com o nº 144. Bem conservado. Revestido de bela encadernação inteira de chagrin com ferros a ouro na lombada, pastas e seixas. Capas de brochura preservadas.

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    PESSANHA, Camilo. - CLEPSYDRA. Poêmas de...

    PESSANHA, Camilo. - CLEPSYDRA. Poêmas de... Lisboa. Edições Lusitania. 1920. In-8º de 72 págs. Br.

    Rara. Primeira edição e único livro de poesia publicado pelo escritor português. Conserva as badanas. Bom exemplar apenas com pequenos defeitos na lombada e alguns picos de acidez nas capas.

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    incunábulo (pós). LUCANUS, Marcus Annaeus. - CIVILIS BELLI CAESARIS ET PO[M]PEI LIBRI DECE[M] suo nitori restituti.

    incunábulo (pós). LUCANUS, Marcus Annaeus. - CIVILIS BELLI CAESARIS ET PO[M]PEI LIBRI DECE[M] suo nitori restituti. Interpretibus Ioanne Sulpitio Verulano & Omnibono Vicentino viris clarissimis. Additus est praeterea vocabulorum index. Hyacinthus Arpinas recensuit. Colofon: [Impresson Mediolani per magistrum Leonardum Pachel. Anno Domini. MCCCCCVIII (1508). 1 decebris].

    Lucano, sobrinho do filósofo Séneca, foi inicialmente um protegido do imperador Nero, até cair em desgraça e ser obrigado a suicidar-se através da publicação dos primeiros livros da sua grande obra. Na sua única obra incompleta sobrevivente, descreve a Guerra de Farsália entre César e Pompeu a partir do ano 49, que terminou com a vitória de César sobre a República Romana. A presente edição inclui os comentários de Johannes Sulpitius Verulanus e Omnibonus Vicentinus, que também são retratados na xilogravura da página de rosto ao lado do autor. Erro de páginação sem a folha 200, mas completo o caderno devido a duas folhas com a numeração 198, a folha Ev sem numeração (entre a folha 36/37), folha 155 sem paginação. erros de paginação, mas completo. Frontispício com restauro no canto inferior e assinatura da época e nota manuscrita "Da Livraria do Colégio do Evangelho de Coimbra". Manchas nas últimas folhas, mas em geral um exemplar limpo e bem conservado. Algumas anotações da época nas margens da Livraria de Coimbra. Encadernação mais recente inteira de pele com ferros a ouro na lombada e a seco nas pastas.

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    HEBREU, Leão. - DIALOGI DI AMORE, composti per Leone medico, di natione hebreo, et dipoi fatto christiano.

    HEBREU, Leão. - DIALOGI DI AMORE, composti per Leone medico, di natione hebreo, et dipoi fatto christiano. Colofon: In Vinegia, in casa de' figliuoli di Aldo, 1541. In-8º de [2], 241 (ma err. num. 261, passando da 134 a 155), [1] fls. Enc.

    Muito Raro e valioso. 2ª edição da obra e Primeira edição Aldina do tratado sobre o amor de Judah Abravanel, presumivelmente escrito no início do século XVI e impresso em Roma em 1535. Obra clássica e bem-sucedida sobre a filosofia do amor do Renascimento italiano, teve vinte e cinco edições em menos de um século e continuou a ser bem-sucedida ao longo do século XVII. O autor nascido em lisboa em 1460, por ser judeu, foi obrigado a sair do país, perseguido pela Inquisição. A Obra foi editada no estrangeiro ainda no séc. XVI, particularmente em Itália e França e, talvez por ter sido obra proibida em Portugal. Erro de paginação como acontece no exemplar da BNP e em todos os exemplares. Com assinatura no frontispício e muitas anotações da época. Encadernação em pergaminho.

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    GARRETT, J. B. de Almeida. - THEATRO DE... III. FREI LUIZ DE SOUSA.

    GARRETT, J. B. de Almeida. - THEATRO DE... III. FREI LUIZ DE SOUSA. Lisboa. Imprensa Nacional. 1844. In-8º de VIII, 236 págs. Enc.

    1ª edição, das obras mais raras e emblemáticas do autor. Ilustrado com o retrato do autor junto ao frontispício. Assinatura no rosto. Bom exemplar. Encadernação meia de pele.

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    FIGUEIREDO, Augusto Severino Freire de. - MANUAL DE MEDICINA ECLETICA. Contendo o tratamento das doenças mais vulgares pelos meios mais efficazes, aconselhados pelos diversos systemas médicos… especialmente offerecido aos habitantes da nossa colonia de ANGOLA por...

    FIGUEIREDO, Augusto Severino Freire de. - MANUAL DE MEDICINA ECLETICA. Contendo o tratamento das doenças mais vulgares pelos meios mais efficazes, aconselhados pelos diversos systemas médicos… especialmente offerecido aos habitantes da nossa colonia de Angola por... Lisboa. Typographia de Sousa Neves. 1872. In-8º de 155 págs. Enc.

    Obra de extrema raridade. Uma coletânea de remédios simples, escrita pelo missionário português Augusto Severino Freire de Figueiredo para os povos indígenas desfavorecidos de Angola. Augusto Severino Freire de Figueiredo foi um missionário e botânico português que viajou por Angola entre as tribos, recolhendo e estudando plantas. Nas suas obras após a abolição da escravatura em 1869, Freire de Figueiredo criticou o tratamento dado pelos portugueses aos angolanos, que, segundo as suas observações, eram negligenciados e incultos. Em 1871, publicou uma obra sobre a educação dos povos indígenas no cultivo de palmeiras em Angola, uma atividade agrícola que poderia ajudar os angolanos a melhorar a sua economia local. O presente livro, publicado um ano depois, em 1872, foi escrito por Augusto Severino Freire de Figueiredo para “os habitantes da nossa colónia de Angola”, “em benefício das pessoas que não conseguem obter aconselhamento médico para as suas doenças”. Contém receitas para diversos medicamentos, que podem ser preparados a partir de produtos simples, gratuitos ou baratos, “que ocupam um espaço mínimo, permanecem inalterados durante anos e são fáceis de utilizar, substituindo quase por completo, em todas as aplicações, os milhares de preparações e receitas que são normalmente dispensadas ou vendidas nas farmácias. Bem conservado. Encadernação da época meia de pele.

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    COMPANHIA GERAL DE COMÉRCIO DO GRÃO-PARÁ E MARANHÃO. Acção de 400 mil reis.

    COMPANHIA GERAL DE COMÉRCIO DO GRÃO-PARÁ E MARANHÃO. Acção de 400 mil reis. Lisboa, 12 de setembro de 1755. In-fólio de 4 págs.

    Documento de EXTREMA RARIDADE. Não existem registos públicos recentes de venda de um certificado físico de ação original (a apólice nominativa de 400$000 réis) da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão em leilões portugueses e internacionais. São raras e difíceis de aparecer devido a RECOLHA OBRIGATÓRIA NA EXTINÇÃO, quando a companhia entrou em liquidação definitiva a partir de 1784, o Estado português montou uma Junta Liquidatária. Para receberem a liquidação dos capitais e os dividendos finais, os acionistas eram obrigados a entregar e carimbar as apólices físicas, que ficaram arquivadas centralmente no erário público (hoje na Torre do Tombo). A ação pertenceu a João Rodrigues Caldas não era um investidor qualquer; ele foi um dos grandes nomes da elite mercantil de Lisboa do século XVIII. Os registos históricos da própria empresa confirmam que ele desempenhou o cargo de Deputado da Junta de Administração da Companhia Geral do Grão-Pará e Maranhão. Homem de Confiança de Pombal, era Cavaleiro da Ordem de Cristo e um dos principais parceiros comerciais do Marquês de Pombal, tendo gerido contratos de exclusividade da Coroa (como o Contrato do Tabaco e do Sabão) e adquirido propriedades rústicas diretamente ao Marquês. Com o selo bem conservado o que a torna mais raro. Dentro do selo encontra-se a senha de autenticação da ação. Assinada pelo provedor e pelos deputados que eram outros grandes negociantes da praça de Lisboa, pois 400 mil reis representava uma pequena fortuna e um valor muito elevado na época. O Nº 228 Pertence ao primeiro lote de arranque da empresa. Como a vasta maioria destas ações foi recolhida e destruída ou arquivada pelo Estado português na liquidação de 1784, o número de exemplares sobreviventes em mãos privadas a nível mundial é residual.

    A Companhia possuía uma frota composta por naus de guerra, naus mercantes, galeras,

    corvetas, bergantins, lanchas, chalupas, escunas, lambotes. Nos setores que compreendiam Bissau, Cacheu e Angola, o comércio centrava-se no tráfico de escravos. Os produtos manufaturados de Portugal serviam para compra desses escravos. Das exportações pertencentes aos colonos em consignação constavam cera de abelha e marfim. Cabo Verde, além de escravos exportava grande quantidade de urzela, panaria, ouro e prata. O estado do Grão-Pará e Maranhão importava manufaturas como tecidos, ferramentas, louças, perfumaria, vinhos, e alguns gêneros alimentícios. As exportações consistiam de algodão, drogas do sertão, arroz e couro, dentre outros

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    Lote 27

    CASTELLO BRANCO, Camilllo. - D. ANTONIO ALVES MARTINS. Bispo de Vizeu. Esboço biographico.

    CASTELLO BRANCO, Camilllo. - D. ANTONIO ALVES MARTINS. Bispo de Vizeu. Esboço biographico. Porto. Viuva Moré. 1870. In-8º de 31 págs. Enc.

    Edição original. Pequena assinatura no frontispício. Bem conservado. Encadernação meia de pele. Conserva as capas de brochura.

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    ARQUIVOS DE ANGOLA. 1ª Série – Vol. I - Nº 1 de 1933 (ao Vol. V - Nº 56 de 1939). 2ª Série – Vol. I - Nº 1 de 1943 (ao Vol. XX - Nº 82 de 1963).

    ARQUIVOS DE ANGOLA. 1ª Série – Vol. I - Nº 1 de 1933 (ao Vol. V - Nº 56 de 1939). Directores: Manuel Alves da Cunha e Manuel Gusmão de Mascarenhas Gaivão. 2ª Série – Vol. I - Nº 1 de 1943 (ao Vol. XX - Nº 82 de 1963). Director: Manuel Alves da Cunha. Secretário: Carlos Dias Coimbra. Luanda. Publicação Oficial. Repartição Técnica de Estatística Geral / Publicação Oficial do Museu de Angola. 1933 (a 1963). 25 Vols. In-4º Encs. em 10 vols.

    Coleção desta rara e procurada revista. Julgamos ter sido publicado mais 2 volumes, o que não podemos afirmar devido a não haver nenhuma coleção completa nas instituições e bibliotecas portuguesas. Esta conjunto provavelmente será a mais completa que apareceu em mercado. Profusamente ilustrada no texto e em separado, muitos em folhas desdobráveis com mapas, gravuras, fotografias documentos, etc. Atualmente, a coleção é considerada uma das ferramentas mais importantes para investigadores, que regista a existência e o teor de documentos que foram transferidos para Portugal ou que se deterioraram fisicamente em território angolano ao longo do tempo. Bons exemplares. Solidas encadernações em meias de pele. Apenas 15 números não conservam as capas de brochura.

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    Lote 3

    ALMANACH LUSO-AFRICANO PARA 1895 e 1899.

    ALMANACH LUSO-AFRICANO PARA 1895 e 1899. Director: dir. António Manuel da Costa Teixeira ALMANACH LUSO-AFRICANO. Illustrado para 1895. Contendo varias tabellas e regulamentos de utilidade pública, calendário, miscelânea litteraria, scientifica, recreativa, historica, musical, etc, etc. Lisboa. Livraria de António Maria Pereira. 1894. 252 págs.

    ALMANACH LUSO-AFRICANO PARA 1899. Annuario Ultramarino. Editora Guillard, Allaud & cia. "Encyclopédico e ILLUSTRADO com photographias desenhos e musicas indigenas. Dedicado à Juventude de Portugal, Brasil e Colonias Portuguezas". Contendo duas partes: Parte I - Informações úteis e Parte II - Miscelanea. Sob a direcção de Antonio Manuel da Costa Teixeira. Cabo Verde. Guillard. 574 págs.

    ALMANAQUES DE EXTREMA RARIDADE. Publicação periódica, literária e enciclopédica de grande relevância cultural, idealizada e dirigida pelo cónego cabo-verdiano António Manuel da Costa Teixeira. Editado na ilha de São Nicolau, em Cabo Verde, o almanaque teve apenas duas edições históricas lançadas: uma em 1895 e outra em 1899. Inspirado no modelo do famoso Almanaque de Lembranças Luso-Brasileiro, o projeto nasceu com o lema "Instruir, educar e recrear". O seu principal propósito era promover a emancipação intelectual e dar voz a autores africanos que não tinham espaço na imprensa colonial tradicional. O primeiro ano com encadernação editorial em tela, o segundo em inteira de pele com capas.

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